SPORT DECEPCIONA NA ILHA

Decepção. Esse foi o sentimento da torcida do Sport, no jogo deste domingo na Ilha do Retiro, válido pela 36ª rodada da Série B, do Campeonato Brasileiro. O que era para ser festa, se tornou em apreensão. Com duas rodadas ainda para finalizar o campeonato, o Sport precisa de um empate no jogo de quarta-feira, contra a Ponte Preta na Ilha, às 21:30, para o acesso à série A 2020. Na classificação o Sport tem 64 pontos, seguido por, Atlético/GO, Coritiba/PR e América/MG. Um empate, garante o leão na elite do futebol.

24.420 torcedores foram a Ilha, e viram um time diferente daquele que enfrentou e venceu o Botafogo/SP em São Paulo. O time foi apático, e para tranquilidade da nação, basta um empate, contra a Ponte Preta. A equipe sentiu os desfalques logo na primeira etapa. Leandrinho e Rafhael Thyere foram as peças que poderiam mudar a história do jogo.

Num lance de bola na área, Guilherme tentou de bicicleta mais a bola saiu fraca. Marquinhos, pela direita chutou cruzado e a bola saiu pela linha de fundo. O Vila Nova, teve sua chance mais a bola para no goleiro Luan Poli. No retorno para a etapa final, Guto Ferreira sacou Marquinho para a entrada de Yan, na intenção justamente de dar maior volume ofensivo pelos lados, com qualidade e velocidade. Porém, o primeiro lance de perigo foi para o Vila Nova, com um chute perigoso de Capixaba, que desviou em Cleberson, e assustou Luan Polli, aos cinco minutos. Na sequência, Gustavo Henrique cabeceou para fora. A tensão só crescia na Ilha.

Agora é esperar e soltar o grito de voltei a série A da torcida rubro-negra. Encontro marcado, Ilha do Retiro, quarta-feira. 21:30.

Foto: Paulo Paiva

BRASIL É TETRA SUB 17

A conquista da Seleção Brasileira Sub 17 começou no jogo contra a França. O time brasileiro se superou naquele jogo e deu total demonstração de força para o jogo final contra o México, na noite deste domingo (17). A torcida que esteve presente no Estádio, acreditou nos meninos e eles, em campo deram conta do recado. No primeiro tempo foram 13 chutes ao gol e 4 finalizações. O Brasil começou a ficar visivelmente nervoso, enquanto a equipe mexicana fazia um jogo com mais cautela. Pelos números acima, nota-se que o maior volume de oportunidades foi do Brasil, porém, a falta de gols começou a mexer com a torcida, e a inquietação das arquibancadas passava para dentro de campo, refletindo nas jogadas e deixando a equipe brasileira pavorosa.

O segundo tempo foi idêntico ao primeiro, Kaio Jorge e Patryck, sempre dando trabalho ao goleiro mexicano. Com boa jogada de Pizzuto, pela esquerda, Gonzales, de cabeça abriu o marcador para o México depois de cabecear forte, abrindo o placar. Quando tudo parecia perdido, numa jogada dentro da área mexicana, e finalizada pelo Brasil, o juiz paralisou o jogo e atendeu ao chamado do VAR. após análise do árbitro de vídeo, foi marcado uma penalidade máxima, que Pedro Jorge, pernambucano, converteu, e deu novo ânimo à torcida. Aos 47, acréscimo dado pela arbitragem, Yan cruzou da esquerde, e Lázaro, que vinha na corrida, com um toque de primeira colocou o Brasil na frente, era o gol do título.

Lembrando que a seleção brasileira não iria participar do mundial, isso só foi possível pelo fato de acontecimentos no Peru, onde seria realizada a Copa do Mundo, FIFA, transferiu o mundial para o Brasil, dando a vaga à seleção verde e amarela por ser anfitriã. Com o resultado o Brasil é Tetra campeão.